Todos nós somos aquilo que não queremos ser,
Todos nós temos em nós o espelho da virtude,
a aura da beleza,
e a intranquila serenidade da desgraça,
que com tanta graça
Atraiçoa-te e magoa-te...
Todos nós somos tudo, somos nada,
somos qualquer coisa,
somos e seremos... fomos e iremos...
Sonhamos e fazemos,
Amamos e odiamos,
Caimos e levantamos,
Rimos e choramos,
Até ao ínfimo... até ao declive plano
que na inquietude te atormenta,
e rebenta
o teu desvario, que qual desafio,
te apoquenta!!!
Todos nós... somos parte do todo.
E com qualquer todo...
O nada avistamos...
naufragando
e derivando...
nas asas do teu ser!!!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A lágrima
A lágrima
A lágrima ao canto do olho
esconde o lado sombrio,
atroz
e nada feroz
da alma, da psiqué do ser humano
Esconde o ser sensível
que sob a capa da insensibilidade
não é sensível
ao seu próprio interior...
A lágrima
É a manifestação pura do ser
que invade, que ocupa
que subjuga
a existência
por vezes inerte...
Que derrete toda a alegria
que nos momentos de folia
tão falsamente te ilude!
E julgue... e julgue ele
que é feliz,
que ri e sorri e sem fim
é uma capa...
um invólucro que disfarça
o que nada pode disfarçar...
Por isso ele que sorri
mas que tem no olho castanho
aquela lágrima triste...
É humano!
Porque sabe sentir,
e está só...
Somos homens de Deus
de um Deus inexistente
mas omnipresente
e existente
na crença, na esperança
e no acreditar!
Não precisamos disso mais,
mas agarramo-nos e queremos!
Amar... que droga alucinante!
Que nos inebria e nos embriaga...
E com ressaca!
(Lembro-me de ti...)
E fora as lembranças esquecidas
E os esquecimentos lembrados
Até ao infinito terminado
Ao fim iniciado
E à interrupção continuada.
É assim... iremos cantando
e dançando e rindo,
e fumando
e bebendo
e conversando
e ebriamente solitários
E sobriamente solitários,
E magoadamente solitários,
E tristemente solitários
na puta da consciência,
que da puta forma
e sem qualquer ciência,
te fode o juízo...
Por causa das elas da vida,
e das elas do dia,
e das elas da noite.
E dos seres obscuros e sombrios,
e das memórias recalcadas e presentes
Que fugazmente me devoram,
e te devoram também!
Por isso a lágrima... é boa
e tua amiga.
Porque ela te mostra aquilo que és...
Que és tu e apenas tu...
Um ser que vive (e vive mesmo!),
para ser feliz...
Voilá...
A lágrima ao canto do olho
esconde o lado sombrio,
atroz
e nada feroz
da alma, da psiqué do ser humano
Esconde o ser sensível
que sob a capa da insensibilidade
não é sensível
ao seu próprio interior...
A lágrima
É a manifestação pura do ser
que invade, que ocupa
que subjuga
a existência
por vezes inerte...
Que derrete toda a alegria
que nos momentos de folia
tão falsamente te ilude!
E julgue... e julgue ele
que é feliz,
que ri e sorri e sem fim
é uma capa...
um invólucro que disfarça
o que nada pode disfarçar...
Por isso ele que sorri
mas que tem no olho castanho
aquela lágrima triste...
É humano!
Porque sabe sentir,
e está só...
Somos homens de Deus
de um Deus inexistente
mas omnipresente
e existente
na crença, na esperança
e no acreditar!
Não precisamos disso mais,
mas agarramo-nos e queremos!
Amar... que droga alucinante!
Que nos inebria e nos embriaga...
E com ressaca!
(Lembro-me de ti...)
E fora as lembranças esquecidas
E os esquecimentos lembrados
Até ao infinito terminado
Ao fim iniciado
E à interrupção continuada.
É assim... iremos cantando
e dançando e rindo,
e fumando
e bebendo
e conversando
e ebriamente solitários
E sobriamente solitários,
E magoadamente solitários,
E tristemente solitários
na puta da consciência,
que da puta forma
e sem qualquer ciência,
te fode o juízo...
Por causa das elas da vida,
e das elas do dia,
e das elas da noite.
E dos seres obscuros e sombrios,
e das memórias recalcadas e presentes
Que fugazmente me devoram,
e te devoram também!
Por isso a lágrima... é boa
e tua amiga.
Porque ela te mostra aquilo que és...
Que és tu e apenas tu...
Um ser que vive (e vive mesmo!),
para ser feliz...
Voilá...
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Agora
A vida enche-nos de sabores doces, amargos, azedos, agridoces, e até insossos. Mas o mais importante... é prová-los a todos. Com a sabedoria de quem quer aprender, e com a humildade de quem se quer transcender. Com a loucura presente a cada momento, e com a ingenuidade da criança que descobre. Com a beleza do coração a superar cada situação, com o poder do amor a elevar o nosso espírito!
A atmosfera negra desaparecerá, moveremos as montanhas, dissiparemos as nuvens, acariciaremos o vento, que por entre as entranhas mais profundas da nossa alma, e no âmago dos nossos sentimentos, fará de nós, pessoas melhores.
Porque isto tudo... vale a pena. Somos grandes. Não somos bons nem maus. Apenas somos.
Apenas fomos, e apenas seremos.
Choremos, cantemos, dancemos! Sorrimos, libertemos, amemos!
Acima de tudo, realizemos...
Hoje. Agora!
(Ricardo Lopes - "Agora" - Novembro de 2011)
A atmosfera negra desaparecerá, moveremos as montanhas, dissiparemos as nuvens, acariciaremos o vento, que por entre as entranhas mais profundas da nossa alma, e no âmago dos nossos sentimentos, fará de nós, pessoas melhores.
Porque isto tudo... vale a pena. Somos grandes. Não somos bons nem maus. Apenas somos.
Apenas fomos, e apenas seremos.
Choremos, cantemos, dancemos! Sorrimos, libertemos, amemos!
Acima de tudo, realizemos...
Hoje. Agora!
(Ricardo Lopes - "Agora" - Novembro de 2011)
Vicissitudes
Vicissitudes...
De uma vida...
Uma vida que lembra um certo filme,
que passou há uns anos atrás,
assim meio real,
meio surreal,
meio ilusório,
meio desilusório...
Chamado Matrix.
Tal como o personagem principal do filme,
o vosso escriba
há anos atrás
teve que optar
Teve que optar entre dois comprimidos:
o azul
e o vermelho
O vosso escriba humilde e servo poderia muito,
mas mesmo muito bem
alegremente e felizmente
tomar o comprimido azul
Hellas!
Aí ele seria o melhor,
o maior
e o mais inteligente.
Aí ele seria um universitário brilhante,
um profissional exemplar,
com uma carreira de Gestor
a correr de vento em popa
Aí ele seria um jovem político promissor
a dar cartas no Parlamento
Aí ele seria namorado fiel
seria até pai de filhos!
Aí ele seria um modelo nesta Sociedade
cheia de tantos falsos modelos...
Mas não... puff!
Tudo se esfumou... como o fumo deste meu cigarro
que tão teimosamente e vagarosamente queima
nas profundezas da minha alma...
Que calma... que vagar...
E prossigo o meu labor
com bom português,
e sem (merda!), sem acordos ortográficos
a lixarem a mona...
Prossigo dizendo,
que tomei o comprimido vermelho
E o dinheiro, a fama, a glória,
o prestígio,
o brilhantismo
Tudo esvoaçou por entre as minhas mãos...
Mas ganhei
A felicidade
E a liberdade de ser o meu próprio homem
De só fazer:
aquilo que gosta
aquilo que sente
aquilo que apetece!
De ser louco e livre! Muito louco!!!!
Muito!!!
Muito!!!! Muito mesmo!!!!!
Que doideira de causa esta... é do vermelho
do comprimido.
Que abriu as portas do mundo
do meu Matrix pessoal.
Que me permitiu ver o mundo com outras cores,
com outros olhos.
Pobre, mas não infeliz
(Infeliz, só às vezes,
no auge da bipolaridade
da unipolaridade do meu ser,
e relembrando-a...)
São as vicissitudes da vida
Que o meu desamor às vicissitudes
Talvez tenha tornado em virtudes
as idiotices da juventude
E da menor juventude de agora
Vamos embora!
(ou zimbora! como dizem...)
Alinhado,
desalinhado,
engalfinhado,
desarranjado,
enamorado,
enebriado,
entediado,
odiado,
e amado...
sou eu.
E as vicissitudes sempre presentes,
Me farão sorrir e viver... para sempre.
Namasté.
De uma vida...
Uma vida que lembra um certo filme,
que passou há uns anos atrás,
assim meio real,
meio surreal,
meio ilusório,
meio desilusório...
Chamado Matrix.
Tal como o personagem principal do filme,
o vosso escriba
há anos atrás
teve que optar
Teve que optar entre dois comprimidos:
o azul
e o vermelho
O vosso escriba humilde e servo poderia muito,
mas mesmo muito bem
alegremente e felizmente
tomar o comprimido azul
Hellas!
Aí ele seria o melhor,
o maior
e o mais inteligente.
Aí ele seria um universitário brilhante,
um profissional exemplar,
com uma carreira de Gestor
a correr de vento em popa
Aí ele seria um jovem político promissor
a dar cartas no Parlamento
Aí ele seria namorado fiel
seria até pai de filhos!
Aí ele seria um modelo nesta Sociedade
cheia de tantos falsos modelos...
Mas não... puff!
Tudo se esfumou... como o fumo deste meu cigarro
que tão teimosamente e vagarosamente queima
nas profundezas da minha alma...
Que calma... que vagar...
E prossigo o meu labor
com bom português,
e sem (merda!), sem acordos ortográficos
a lixarem a mona...
Prossigo dizendo,
que tomei o comprimido vermelho
E o dinheiro, a fama, a glória,
o prestígio,
o brilhantismo
Tudo esvoaçou por entre as minhas mãos...
Mas ganhei
A felicidade
E a liberdade de ser o meu próprio homem
De só fazer:
aquilo que gosta
aquilo que sente
aquilo que apetece!
De ser louco e livre! Muito louco!!!!
Muito!!!
Muito!!!! Muito mesmo!!!!!
Que doideira de causa esta... é do vermelho
do comprimido.
Que abriu as portas do mundo
do meu Matrix pessoal.
Que me permitiu ver o mundo com outras cores,
com outros olhos.
Pobre, mas não infeliz
(Infeliz, só às vezes,
no auge da bipolaridade
da unipolaridade do meu ser,
e relembrando-a...)
São as vicissitudes da vida
Que o meu desamor às vicissitudes
Talvez tenha tornado em virtudes
as idiotices da juventude
E da menor juventude de agora
Vamos embora!
(ou zimbora! como dizem...)
Alinhado,
desalinhado,
engalfinhado,
desarranjado,
enamorado,
enebriado,
entediado,
odiado,
e amado...
sou eu.
E as vicissitudes sempre presentes,
Me farão sorrir e viver... para sempre.
Namasté.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Tell me again
Tell me again
The meaning of Love
I just forgot it!!!
You showed me that morning,
so smoothly...
So deeply
So kindly!!!
My blondie one...
My crazy little bitch!!!
I loved you so much
I loved you in the past
And I don't love you anymore
But I know
I'll love you 'till the end of times
Because my Love for you is larger than Life
So... tell me again
You or anybody else
Someone that I know
Or someone that eventually
I will meet in the future...
And tell me again
That symphony
The orchestra of madness song to me
With love...
I wanna hear it again
And again,
And again...
Between the clouds of my soul
I expect you...
To tell me again!
The meaning of Love
I just forgot it!!!
You showed me that morning,
so smoothly...
So deeply
So kindly!!!
My blondie one...
My crazy little bitch!!!
I loved you so much
I loved you in the past
And I don't love you anymore
But I know
I'll love you 'till the end of times
Because my Love for you is larger than Life
So... tell me again
You or anybody else
Someone that I know
Or someone that eventually
I will meet in the future...
And tell me again
That symphony
The orchestra of madness song to me
With love...
I wanna hear it again
And again,
And again...
Between the clouds of my soul
I expect you...
To tell me again!
Diálogo?
- Olá boa tarde.
- Olá.
- Como está?
- Estou bem, muito obrigado. E a senhora?
- Cá vamos andando, graças a Deus.
- O tempo hoje está tão escuro... parece que vai chover!
- Sim sim, deram ontem na televisão, parece que chove o dia todo.
- Mas amanhã já dá sol.
- Sim... olhe, tenho de ir fazer umas compras. Gosto em vê-la.
- Até à próxima, obrigado.
- Adeus.
Este é um "diálogo" que ouvimos todos os dias. Entre duas senhoras de meia idade, mas também pode ser transposto entre dois homens, um homem e uma mulher, amigos, conhecidos, ou eventualmente meros desconhecidos, a querer puxar assunto, num momento de torpor.
É um "diálogo" que pode ocorrer numa fila de Supermercado, numa paragem de autocarro, numa sala de espera de um consultório... em tantos lugares possíveis e imaginários.
O tempo. Tempo no sentido... climático. É este sempre o motivo, ou quase sempre, que as pessoas arranjam, para de forma vazia e fútil, terem assunto de conversa, quando na realidade se não tem assunto nenhum!!!!
A futilidade. A bela da futilidade. O vazio. Ausência de conteúdo. O tempo, o pobre do tempo, solarengo ou chuvoso, é o bode expiatório para a escassez de temas de conversa.
Seguido sempre da desculpa do "tenho que fazer alguma coisa". Porra! São as pessoas realmente assim tão ocupadas, que têm sempre alguma coisa para fazer?
Serão mesmo?
Dir-me-ão vocês que algumas sim. Mas algumas, não é igual a todas. Ou teorizando eu próprio, não sofreremos nós, nesta sociedade em que a futilidade é dona e senhora, de uma verdadeira alergia ao contacto, ao diálogo, descomprometido e desinteressado?
Terá que haver sempre "algo" por trás?
Terá que haver sempre aquela redoma que nos fecha, que nos impede de ser nós mesmos, que sob aquela capa de frieza, gélida e polar, nos protege de (imaginárias) agressões exteriores?
Somos hipócritas todos?
Seremos eventualmente... ou somos produtos de uma sociedade histericamente interesseira, e que, quando falta interesse e motivo, nos escudamos atrás do "tempo" e do "ter que fazer"?
Deixámos genuinamente de nos preocupar uns com os outros?
Vejo que sim... mas talvez não. Uns resistentes de peito aberto lutarão contra a ordem estabelecida das coisas. E desenfreadamente calmos e sinceros, recolherão a indiferença e incompreensão da "maralha".
Mas continuarão, e persistirão, e se frustrarão, e chorarão, e voltarão a tentar e novamente persistirão.
Já dizia o outro da música, quando eu era puto: "dá-me um ideal".
Quero que me dês o teu. Livremente, e com amor.
E sem me falares do "tempo". Eh pá... por acaso chove.
E troveja, na minha alma.
Alegremente, e sem assunto...
Mas só por agora!
- Olá.
- Como está?
- Estou bem, muito obrigado. E a senhora?
- Cá vamos andando, graças a Deus.
- O tempo hoje está tão escuro... parece que vai chover!
- Sim sim, deram ontem na televisão, parece que chove o dia todo.
- Mas amanhã já dá sol.
- Sim... olhe, tenho de ir fazer umas compras. Gosto em vê-la.
- Até à próxima, obrigado.
- Adeus.
Este é um "diálogo" que ouvimos todos os dias. Entre duas senhoras de meia idade, mas também pode ser transposto entre dois homens, um homem e uma mulher, amigos, conhecidos, ou eventualmente meros desconhecidos, a querer puxar assunto, num momento de torpor.
É um "diálogo" que pode ocorrer numa fila de Supermercado, numa paragem de autocarro, numa sala de espera de um consultório... em tantos lugares possíveis e imaginários.
O tempo. Tempo no sentido... climático. É este sempre o motivo, ou quase sempre, que as pessoas arranjam, para de forma vazia e fútil, terem assunto de conversa, quando na realidade se não tem assunto nenhum!!!!
A futilidade. A bela da futilidade. O vazio. Ausência de conteúdo. O tempo, o pobre do tempo, solarengo ou chuvoso, é o bode expiatório para a escassez de temas de conversa.
Seguido sempre da desculpa do "tenho que fazer alguma coisa". Porra! São as pessoas realmente assim tão ocupadas, que têm sempre alguma coisa para fazer?
Serão mesmo?
Dir-me-ão vocês que algumas sim. Mas algumas, não é igual a todas. Ou teorizando eu próprio, não sofreremos nós, nesta sociedade em que a futilidade é dona e senhora, de uma verdadeira alergia ao contacto, ao diálogo, descomprometido e desinteressado?
Terá que haver sempre "algo" por trás?
Terá que haver sempre aquela redoma que nos fecha, que nos impede de ser nós mesmos, que sob aquela capa de frieza, gélida e polar, nos protege de (imaginárias) agressões exteriores?
Somos hipócritas todos?
Seremos eventualmente... ou somos produtos de uma sociedade histericamente interesseira, e que, quando falta interesse e motivo, nos escudamos atrás do "tempo" e do "ter que fazer"?
Deixámos genuinamente de nos preocupar uns com os outros?
Vejo que sim... mas talvez não. Uns resistentes de peito aberto lutarão contra a ordem estabelecida das coisas. E desenfreadamente calmos e sinceros, recolherão a indiferença e incompreensão da "maralha".
Mas continuarão, e persistirão, e se frustrarão, e chorarão, e voltarão a tentar e novamente persistirão.
Já dizia o outro da música, quando eu era puto: "dá-me um ideal".
Quero que me dês o teu. Livremente, e com amor.
E sem me falares do "tempo". Eh pá... por acaso chove.
E troveja, na minha alma.
Alegremente, e sem assunto...
Mas só por agora!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O impulso da escrita...
O impulso da escrita... por vezes assalta-me!
Um ano quase decorreu, sem que o tivesse sentido.
Espaçado, descoordenado, abruptamente invade o meu ser, e leva-me a pegar nas pontas soltas do meu destroçado ser, e viajar pelas palavras, igualmente soltas mas puras e sentidas, que penetram, que saem desenfreadamente!!!
A minha existência cada vez mais confusa
Cada vez mais obtusa
Cada vez menos sentida e mais perdida,
Graças à outra parte!!!! Bolas... Graças à outra parte!!!!
Delas, mais que nunca, no último ano, tem rezado a minha triste e opaca história.
Encontros, desencontros, amores, desamores, alegrias, zangas.
Surrealismos, devaneios, loucuras, maledicências, reconciliações, esperanças, novamente maledicências, separações, encontros fortuitos, olhares penetrantes...
E o beijo... o tal e sempre sonhado beijo!!!!
O beijo naquela madrugada, que deu um sentido à minha vida.
Sentido que durou tão poucos minutos...
E que perdeu depois todo o sentido...
Vou escrever, para que todos saibam. A merda. A merda que vai na minha alma. Que as palavras limpam e purificam.
Escrever é catártico.
Escrever faz bem. Pelo menos a este tristemente contente escriba.
Não entendo nada disto!!!!
Nada mesmo porra!
E que tal... se eu por uma vez libertasse todos os meus sentimentos?
E se eu finalmente largasse tudo o que está cá dentro, e se eu nunca mais desistisse, e se eu nunca mais negasse... esta minha veia, esta minha vontade, esta minha crença?!
Daria resultado?
Maybe... or maybe not.
Reflicto comigo mesmo. Neste Portugal do Século XXI em que ocorro estar presente, e em que eu (chamem-me louco!), ainda acredito.
Pois ainda acredito nas pessoas. Ainda acredito no ser humano.
Ainda acredito na bondade.
Ainda acredito na coragem.
Ainda acredito, em acreditar.
Ainda acredito nas mulheres.
Ainda acredito nos políticos.
Ainda acredito.
Mas ainda acredito... no Amor.
Na força maravilhosa e poderosa do Amor. Que me transformou, que me faz sofrer.
Mas que me faz sonhar!
O Amor libertou-me. E é uma droga poderosa. Melhor que aquelas que fumei, e que no ar se dissiparam.
Naquele fumo psicadélico esboroaram-se sonhos, medos, ilusões, alegrias, derrotas, esperanças.
E até amores.
E porque quero partilhar contigo, que me lês.
E porque quero que sintas o imperfeito ser que te abre o coração.
Que eu nunca mais quererei,
Apesar de o querer ser tão forte...
Nunca mais,
E porque o Amor existe
Nunca mais negarei o impulso da escrita.
(Estou apaziguado neste momento, sem o estar.
Estou desalmado. A luz incandescente, o brilho que reflecte,
O dia que acaba. Mais um, sem ti...)
Mas valha-me... o impulso da escrita.
Maktub
Um ano quase decorreu, sem que o tivesse sentido.
Espaçado, descoordenado, abruptamente invade o meu ser, e leva-me a pegar nas pontas soltas do meu destroçado ser, e viajar pelas palavras, igualmente soltas mas puras e sentidas, que penetram, que saem desenfreadamente!!!
A minha existência cada vez mais confusa
Cada vez mais obtusa
Cada vez menos sentida e mais perdida,
Graças à outra parte!!!! Bolas... Graças à outra parte!!!!
Delas, mais que nunca, no último ano, tem rezado a minha triste e opaca história.
Encontros, desencontros, amores, desamores, alegrias, zangas.
Surrealismos, devaneios, loucuras, maledicências, reconciliações, esperanças, novamente maledicências, separações, encontros fortuitos, olhares penetrantes...
E o beijo... o tal e sempre sonhado beijo!!!!
O beijo naquela madrugada, que deu um sentido à minha vida.
Sentido que durou tão poucos minutos...
E que perdeu depois todo o sentido...
Vou escrever, para que todos saibam. A merda. A merda que vai na minha alma. Que as palavras limpam e purificam.
Escrever é catártico.
Escrever faz bem. Pelo menos a este tristemente contente escriba.
Não entendo nada disto!!!!
Nada mesmo porra!
E que tal... se eu por uma vez libertasse todos os meus sentimentos?
E se eu finalmente largasse tudo o que está cá dentro, e se eu nunca mais desistisse, e se eu nunca mais negasse... esta minha veia, esta minha vontade, esta minha crença?!
Daria resultado?
Maybe... or maybe not.
Reflicto comigo mesmo. Neste Portugal do Século XXI em que ocorro estar presente, e em que eu (chamem-me louco!), ainda acredito.
Pois ainda acredito nas pessoas. Ainda acredito no ser humano.
Ainda acredito na bondade.
Ainda acredito na coragem.
Ainda acredito, em acreditar.
Ainda acredito nas mulheres.
Ainda acredito nos políticos.
Ainda acredito.
Mas ainda acredito... no Amor.
Na força maravilhosa e poderosa do Amor. Que me transformou, que me faz sofrer.
Mas que me faz sonhar!
O Amor libertou-me. E é uma droga poderosa. Melhor que aquelas que fumei, e que no ar se dissiparam.
Naquele fumo psicadélico esboroaram-se sonhos, medos, ilusões, alegrias, derrotas, esperanças.
E até amores.
E porque quero partilhar contigo, que me lês.
E porque quero que sintas o imperfeito ser que te abre o coração.
Que eu nunca mais quererei,
Apesar de o querer ser tão forte...
Nunca mais,
E porque o Amor existe
Nunca mais negarei o impulso da escrita.
(Estou apaziguado neste momento, sem o estar.
Estou desalmado. A luz incandescente, o brilho que reflecte,
O dia que acaba. Mais um, sem ti...)
Mas valha-me... o impulso da escrita.
Maktub
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