Quero-me alhear, deixa-me sonhar
Deixa-me fumar, deixa-me saborear
Irei matar o ser intrépido
Que qual homem insípido
que nem achado e tido
nesta cruel existência, se chama Ricardo...
E será tarde... sem que cedo seja
a Voz que se veja
Irá sobre o defunto chorar
e sobre a nova aurora levantar!
O novo ser se irá erguer...
e de novo com brilho resplandescer!
domingo, 29 de janeiro de 2012
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