"Energia"
Todos somos luz
Todos somos energia
não carreguemos mais essa cruz
nem prolonguemos a agonia!
Somos energia
Somos o Povo
O Povo de Portugal
que erguerá de novo
este País especial!
Energia
Energia que despertará
nestes portugueses injustiçados
e não mais seremos amordaçados
e mais ninguém nos calará!
Portugal tem energia
Energia para lutarmos
Energia para nos libertarmos
Dos políticos opressores
E acabemos com as dores
Com o choro, com a fome, com a corrupção
E pela luta homens e mulheres vencerão
Os homens e mulheres desta linda Nação!
Elevemos nós portugueses a nossa energia
Porque amanhã sem medo
e com confiança plena
acabaremos com o segredo
e faremos Portugal valer a pena!
(Ricardo Lopes, 2012)
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Horizonte
O Horizonte
esse ser tão distante,
tão longínquo
tão errante...
Não o vemos,
mas o sentimos, e dele nos rimos,
porque não queremos saber
E a alma a doer
nos faz a visão estremecer...
E o Horizonte a desaparecer...
Lembra-te...
Lembra-te do que quiseste,
e do que trouxeste
Lembra-te da aurora
que em ti resplandesce
que em ti ilumina
que em ti fulmina,
e de que maneira!
a segurança que te conforta
mas que te trava, e te golpeia
e à mão cheia
te esvai...
O Horizonte é avistado
por ti avistado
e por ti nunca alcançado
Por ti sempre desejado
Por ti sempre amado...
Nunca o conseguiste ver...
Uma bela sereia te dirá ao ouvido
um dia!
Te dirá ao ouvido
qual o sentido
que a vida te tem escondido...
Não procures a sereia...
Ela mora no Horizonte
que de ti defronte se ergue imponente
E que sem o saberes...
está ao alcance de toda a gente.
Mas não procures...
deixa-te levar.
Pelo sonho deixa-te enfeitiçar
E nas asas de um cavalo alado
viajarás a todo o lado
livre das amarras, livre das correntes,
livre das imensas torrentes
de tristeza e incúria,
que a vida te lançou com fúria!
E sonha... o Horizonte perde-se de vista
Mas está ao alcance de quem não desista
O homem é o ser mais imperfeito do Universo
e por isso consegue vencer o adverso
E o Horizonte se erguerá àqueles
que com o coração amarem
que com a alma acreditarem
e que com a espada lutarem...
Caminha, meu amigo... caminha com serenidade
enfrenta a enfermidade
e na busca da verdade
encontrarás a tua cara-metade...
que se chama Horizonte.
Paz.
esse ser tão distante,
tão longínquo
tão errante...
Não o vemos,
mas o sentimos, e dele nos rimos,
porque não queremos saber
E a alma a doer
nos faz a visão estremecer...
E o Horizonte a desaparecer...
Lembra-te...
Lembra-te do que quiseste,
e do que trouxeste
Lembra-te da aurora
que em ti resplandesce
que em ti ilumina
que em ti fulmina,
e de que maneira!
a segurança que te conforta
mas que te trava, e te golpeia
e à mão cheia
te esvai...
O Horizonte é avistado
por ti avistado
e por ti nunca alcançado
Por ti sempre desejado
Por ti sempre amado...
Nunca o conseguiste ver...
Uma bela sereia te dirá ao ouvido
um dia!
Te dirá ao ouvido
qual o sentido
que a vida te tem escondido...
Não procures a sereia...
Ela mora no Horizonte
que de ti defronte se ergue imponente
E que sem o saberes...
está ao alcance de toda a gente.
Mas não procures...
deixa-te levar.
Pelo sonho deixa-te enfeitiçar
E nas asas de um cavalo alado
viajarás a todo o lado
livre das amarras, livre das correntes,
livre das imensas torrentes
de tristeza e incúria,
que a vida te lançou com fúria!
E sonha... o Horizonte perde-se de vista
Mas está ao alcance de quem não desista
O homem é o ser mais imperfeito do Universo
e por isso consegue vencer o adverso
E o Horizonte se erguerá àqueles
que com o coração amarem
que com a alma acreditarem
e que com a espada lutarem...
Caminha, meu amigo... caminha com serenidade
enfrenta a enfermidade
e na busca da verdade
encontrarás a tua cara-metade...
que se chama Horizonte.
Paz.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Resplandescer
Quero-me alhear, deixa-me sonhar
Deixa-me fumar, deixa-me saborear
Irei matar o ser intrépido
Que qual homem insípido
que nem achado e tido
nesta cruel existência, se chama Ricardo...
E será tarde... sem que cedo seja
a Voz que se veja
Irá sobre o defunto chorar
e sobre a nova aurora levantar!
O novo ser se irá erguer...
e de novo com brilho resplandescer!
Deixa-me fumar, deixa-me saborear
Irei matar o ser intrépido
Que qual homem insípido
que nem achado e tido
nesta cruel existência, se chama Ricardo...
E será tarde... sem que cedo seja
a Voz que se veja
Irá sobre o defunto chorar
e sobre a nova aurora levantar!
O novo ser se irá erguer...
e de novo com brilho resplandescer!
O Turbilhão
Calcorreamos o mundo desconhecido,
lambendo as feridas do ódio sentido.
Sacudimos a mágoa desgraçada
que na ode engraçada
do Destino somos cantados
e amaldiçoados...
Ventos levam-nos longe, e sem querermos mais
somos afastados dos demais...
num turbilhão atordoante
ferimos o nosso semelhante...
Nessa feira de vaidades fictícia que é o Amor,
que nos traz tamanha dor...
Não creias, não queiras, não sintas
não te mintas, não te iludas,
não desejes, nem sonhes, nem sofras
Não existe!!!!! Faz existir
e faz sentir... e sem o anuir
tem-no presente!
É a ode pessoal de toda a gente...
É a falta de sorte... que chama a tua Morte...
E que serenamente,
e sem a chamar, a trouxe...
O turbilhão existe, e chegou...
e ninguém o parou.
E varreu a minha existência...
Sem perdão, sem clemência... (Ricardo Lopes, 2012)
lambendo as feridas do ódio sentido.
Sacudimos a mágoa desgraçada
que na ode engraçada
do Destino somos cantados
e amaldiçoados...
Ventos levam-nos longe, e sem querermos mais
somos afastados dos demais...
num turbilhão atordoante
ferimos o nosso semelhante...
Nessa feira de vaidades fictícia que é o Amor,
que nos traz tamanha dor...
Não creias, não queiras, não sintas
não te mintas, não te iludas,
não desejes, nem sonhes, nem sofras
Não existe!!!!! Faz existir
e faz sentir... e sem o anuir
tem-no presente!
É a ode pessoal de toda a gente...
É a falta de sorte... que chama a tua Morte...
E que serenamente,
e sem a chamar, a trouxe...
O turbilhão existe, e chegou...
e ninguém o parou.
E varreu a minha existência...
Sem perdão, sem clemência... (Ricardo Lopes, 2012)
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