Quero-me alhear, deixa-me sonhar
Deixa-me fumar, deixa-me saborear
Irei matar o ser intrépido
Que qual homem insípido
que nem achado e tido
nesta cruel existência, se chama Ricardo...
E será tarde... sem que cedo seja
a Voz que se veja
Irá sobre o defunto chorar
e sobre a nova aurora levantar!
O novo ser se irá erguer...
e de novo com brilho resplandescer!
domingo, 29 de janeiro de 2012
O Turbilhão
Calcorreamos o mundo desconhecido,
lambendo as feridas do ódio sentido.
Sacudimos a mágoa desgraçada
que na ode engraçada
do Destino somos cantados
e amaldiçoados...
Ventos levam-nos longe, e sem querermos mais
somos afastados dos demais...
num turbilhão atordoante
ferimos o nosso semelhante...
Nessa feira de vaidades fictícia que é o Amor,
que nos traz tamanha dor...
Não creias, não queiras, não sintas
não te mintas, não te iludas,
não desejes, nem sonhes, nem sofras
Não existe!!!!! Faz existir
e faz sentir... e sem o anuir
tem-no presente!
É a ode pessoal de toda a gente...
É a falta de sorte... que chama a tua Morte...
E que serenamente,
e sem a chamar, a trouxe...
O turbilhão existe, e chegou...
e ninguém o parou.
E varreu a minha existência...
Sem perdão, sem clemência... (Ricardo Lopes, 2012)
lambendo as feridas do ódio sentido.
Sacudimos a mágoa desgraçada
que na ode engraçada
do Destino somos cantados
e amaldiçoados...
Ventos levam-nos longe, e sem querermos mais
somos afastados dos demais...
num turbilhão atordoante
ferimos o nosso semelhante...
Nessa feira de vaidades fictícia que é o Amor,
que nos traz tamanha dor...
Não creias, não queiras, não sintas
não te mintas, não te iludas,
não desejes, nem sonhes, nem sofras
Não existe!!!!! Faz existir
e faz sentir... e sem o anuir
tem-no presente!
É a ode pessoal de toda a gente...
É a falta de sorte... que chama a tua Morte...
E que serenamente,
e sem a chamar, a trouxe...
O turbilhão existe, e chegou...
e ninguém o parou.
E varreu a minha existência...
Sem perdão, sem clemência... (Ricardo Lopes, 2012)
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