Estou a vaguear...
num Mundo repleto de sentidos,
de sensações, de emoções,
procurando o êxtase nunca alcançado,
o da sabedoria infinita
que todos os seres divinos,
que somos nós,
incessantemente procuram!
Vagueio... à tua procura
Da tua doçura,
dos teus olhos cor de mel...
Que me ensinaram tanto,
tanto de ti, tanto de mim
e tanto de todos nós.
De todo o Universo creio
que são os lindos olhos
da imensidão
daquela pureza impura!!!!
Que me tenta... ai a tentação da carne
mas a da alma é lixada,
é a pior delas todas!
E o facto,
(sim, o facto... nada de brasileirismos,
nem de acordos ortográficos)
de sermos seres livres,
não nos impede de vaguearmos presos...
presos a uma convicção,
presos a um destino!!!
E eu que te amo tanto, minha liberdade,
que acaricias o meu pensamento,
a minha psiqué...
assim meio psicótica e sociopata,
don't give a fuck about that!
Oh yeah!!!
Dizem-me que imito o Pessoa...
O Pessoa foi o melhor de eles todos!!!!
Carago!!!
Mas ele nem era do Porto...
Nem eu sou, e adoro a minha Lisboa.
Mas o Pessoa era igual a mim numa coisa,
ele soltava-se naqueles versos,
naquela escrita sem nexo.
E eu ao teclar estas linhas,
também me solto,
sou livre, sou dono do Mundo,
do meu Mundo!!!
E continuo a vaguear pelas ruas desta alma desgraçada,
que de desgraçada não tem nada.
Mas tem calma, que te vou encontrar...
e vais sorrir para mim,
e eu para ti...
E em comunhão subiremos aos céus,
em uníssono proclamaremos...
a libertação.
Sê livre, meu amigo e minha amiga.
Porque a maior guerra do homem,
neste mundo de guerras,
é consigo mesmo.
E enquanto não vencermos a maior guerra de todas,
não seremos livres.
E essa guerra é o Amor.
Em Paz e com sabedoria.
Be free!!!
E vagueio... até ao além.
Que tão perto daqui fica!
Está ao teu alcance.
Tenta.
(Ricardo Lopes, 2010)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A nova convidada
E muito, muito em breve... uma nova convidada irá juntar-se a mim neste espaço prosaico... ela é o verdadeiro Lado B da vida!
Muito em breve...
Om Shanti
Muito em breve...
Om Shanti
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
The Party still in progress!
Pois... esta festa continua!
Tá na hora de bazar,
mas eu recuso-me, e por cá
continuo!!!
Oh yeah... que seca...
às vezes a party é uma seca,
e às vezes a vida troca-te as voltas.
Não é bem aquilo que pensas...
mas alucinas só de pensar!
E penso...
E repenso...
E torno a pensar...
Quem vindouramente vier,
verá como nós estávamos tão retrógrados,
e que com tamanha falta de condição humana
sobrevivíamos neste lodaçal!
Quem vindouramente vier(de novo),
ou seja, quando voltarmos cá outra vez,
vai-se rir a bom rir,
da nossa estupidez enquanto raça humana...
Da nossa parvoíce,
da nossa incompetência...
Mas... hoje aqui a gente ri-se dos antepassados,
ou seja
de nós mesmos que cá antes estivémos...
Isto é um ciclo...
De progressão...
E a maior lição,
que com o coração,
e com o som de uma oração,
É o amor!!!
O amor por tudo, porque todos somos tudo,
e tudo somos todos.
Todos somos um.
Yes we can, diz o Obama
e eu até curto o gajo,
porque é open minded.
Yes we can! Conseguiremos
voar mais alto que os outros,
tocando a sinfonia da união
e do amor.
Ich liebe dich, diz a malta
uns aos outros,
e eu às vezes digo,
sem noção, mas digo,
porque nunca percebi lá muito da coisa.
Escasseia-me a inspiração,
e já lacrimejo,
de cansaço,
vou-me desvanecer pelo oculto,
e pelo infinito,
Porque infinita é a sabedoria humana,
basta olharmos para nós mesmos...
E sem preconceitos,
querermos buscar sem parar,
até bebermos dessa água sagrada:
a sabedoria!
E vou voltar para a Party,
que ela continua... à minha espera.
E alguém também espera por mim...
uma bela visão com uma linda voz... que clama
que chama...
E que chama tão bela... quero tocar nela!
Toca a festejar, pois afinal...
The Party still in progress!!!
(Ricardo Lopes, 2010)
Tá na hora de bazar,
mas eu recuso-me, e por cá
continuo!!!
Oh yeah... que seca...
às vezes a party é uma seca,
e às vezes a vida troca-te as voltas.
Não é bem aquilo que pensas...
mas alucinas só de pensar!
E penso...
E repenso...
E torno a pensar...
Quem vindouramente vier,
verá como nós estávamos tão retrógrados,
e que com tamanha falta de condição humana
sobrevivíamos neste lodaçal!
Quem vindouramente vier(de novo),
ou seja, quando voltarmos cá outra vez,
vai-se rir a bom rir,
da nossa estupidez enquanto raça humana...
Da nossa parvoíce,
da nossa incompetência...
Mas... hoje aqui a gente ri-se dos antepassados,
ou seja
de nós mesmos que cá antes estivémos...
Isto é um ciclo...
De progressão...
E a maior lição,
que com o coração,
e com o som de uma oração,
É o amor!!!
O amor por tudo, porque todos somos tudo,
e tudo somos todos.
Todos somos um.
Yes we can, diz o Obama
e eu até curto o gajo,
porque é open minded.
Yes we can! Conseguiremos
voar mais alto que os outros,
tocando a sinfonia da união
e do amor.
Ich liebe dich, diz a malta
uns aos outros,
e eu às vezes digo,
sem noção, mas digo,
porque nunca percebi lá muito da coisa.
Escasseia-me a inspiração,
e já lacrimejo,
de cansaço,
vou-me desvanecer pelo oculto,
e pelo infinito,
Porque infinita é a sabedoria humana,
basta olharmos para nós mesmos...
E sem preconceitos,
querermos buscar sem parar,
até bebermos dessa água sagrada:
a sabedoria!
E vou voltar para a Party,
que ela continua... à minha espera.
E alguém também espera por mim...
uma bela visão com uma linda voz... que clama
que chama...
E que chama tão bela... quero tocar nela!
Toca a festejar, pois afinal...
The Party still in progress!!!
(Ricardo Lopes, 2010)
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Náufrago do Tempo
Posso ter tantos nomes...
E os nomes que me queres dar
de forma certa,
da forma errada
da forma que tu quiseres!
Com a sonoridade perfeita,
curto, directo,
ou longo como os nomes dos filhos
daquele que se julga Rei...
(Ai que a malta do El-Rei me vai cair em cima...)
Mas eu sou boa onda,
e com qualquer nome...
Eu tenho um no Bilhete de Identidade,
Que começa com uma bela letra
chamada R,
R de Ricardo
e mais o Rato que Roeu a Rolha da Garrafa,
do Rei de sei lá de onde!!!
Psicadelismos...
que tu sentes tão bem
como ninguém
e eu quero ser alguém
alguém que vem
ter contigo, e convosco,
Alguém
Que viajava naquele cruzeiro,
naquele cruzeiro tão divertido...
Mas veio a bruma e a tempestade,
e naufraguei...
Vivi aqueles momentos,
verdadeiros tormentos,
tufões, raios e coriscos,
e penumbras
foram as catacumbas
do pensamento,
do Tempo!!!!
Por isso sou alguém que naufragou
no Tempo.
Perdi-me no Tempo
e às vezes até no Espaço,
mas vi o firmamento!!!
Canta amigo canta...
estes versos digitais enquanto naufragas...
é giro naufragar no Tempo.
O Tempo é giro,
especialmente neste momento,
enquanto tento
rapidamente
fazer o meu interlúdio tabaqueiro
e penso no tédio domingueiro.
Achtung!!!!
Sem baby, mas no Tempo,
quem me avisa teu amigo é,
nesta odisseia,
a panaceia
da Moral imoral
Chamada realidade!
Ai que puta que é a realidade,
tão adúltera és,
metes-me asco!!!
E vou ao tasco... ou já fui?
Nem me lembro...
Vou naufragar mais um bocadinho...
Ainda é cedinho,
não é amorzinho?
Até rimou, ó falso poeta fingidor...
O náufrago do Tempo sabe que um dia
vai chegar a terra firme.
Mas nessa altura quererá acordar,
e voltar a naufragar.
Porque sem o teu amor não vivo.
Lembrem-se, por cada estrela que morre,
nascem milhares.
E o milagre de naufragar está ao teu alcance.
Basta quereres.
Tu és aquilo que queres ser,
rasga os horizontes.
Grita! Liberta!
E quem sabe, vens naufragar comigo...
E afoguei-me... no fumo do meu cigarro...
Que sobe. E desaparece... como o Passado...
Viva o Tempo. E o Futuro.
Carpe Diem.
E os nomes que me queres dar
de forma certa,
da forma errada
da forma que tu quiseres!
Com a sonoridade perfeita,
curto, directo,
ou longo como os nomes dos filhos
daquele que se julga Rei...
(Ai que a malta do El-Rei me vai cair em cima...)
Mas eu sou boa onda,
e com qualquer nome...
Eu tenho um no Bilhete de Identidade,
Que começa com uma bela letra
chamada R,
R de Ricardo
e mais o Rato que Roeu a Rolha da Garrafa,
do Rei de sei lá de onde!!!
Psicadelismos...
que tu sentes tão bem
como ninguém
e eu quero ser alguém
alguém que vem
ter contigo, e convosco,
Alguém
Que viajava naquele cruzeiro,
naquele cruzeiro tão divertido...
Mas veio a bruma e a tempestade,
e naufraguei...
Vivi aqueles momentos,
verdadeiros tormentos,
tufões, raios e coriscos,
e penumbras
foram as catacumbas
do pensamento,
do Tempo!!!!
Por isso sou alguém que naufragou
no Tempo.
Perdi-me no Tempo
e às vezes até no Espaço,
mas vi o firmamento!!!
Canta amigo canta...
estes versos digitais enquanto naufragas...
é giro naufragar no Tempo.
O Tempo é giro,
especialmente neste momento,
enquanto tento
rapidamente
fazer o meu interlúdio tabaqueiro
e penso no tédio domingueiro.
Achtung!!!!
Sem baby, mas no Tempo,
quem me avisa teu amigo é,
nesta odisseia,
a panaceia
da Moral imoral
Chamada realidade!
Ai que puta que é a realidade,
tão adúltera és,
metes-me asco!!!
E vou ao tasco... ou já fui?
Nem me lembro...
Vou naufragar mais um bocadinho...
Ainda é cedinho,
não é amorzinho?
Até rimou, ó falso poeta fingidor...
O náufrago do Tempo sabe que um dia
vai chegar a terra firme.
Mas nessa altura quererá acordar,
e voltar a naufragar.
Porque sem o teu amor não vivo.
Lembrem-se, por cada estrela que morre,
nascem milhares.
E o milagre de naufragar está ao teu alcance.
Basta quereres.
Tu és aquilo que queres ser,
rasga os horizontes.
Grita! Liberta!
E quem sabe, vens naufragar comigo...
E afoguei-me... no fumo do meu cigarro...
Que sobe. E desaparece... como o Passado...
Viva o Tempo. E o Futuro.
Carpe Diem.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
A Verdade
A Verdade...
Tão perto e tão longe
Tão clara e tão obscura
Tão divina e tão infame
Tão cristalina e tão opaca...
Ela foge
Tu persegues
Eu não a vejo
Mas sinto-a...
E quase que a consigo tocar!
Mas ela é casmurra... não se subjuga
Não cai nos teus braços
E num pranto desmedido
faz que tenhas pena dela!
A Verdade... tão verdadeira...
É tão falsa!
E de que maneira...
A mais sobranceira!
Escritos lunáticos, quase celestiais
Teclado, teclas soam,
Neste quarto semi-escuro
Onde um ecrã de computador
Preenche o meu vazio
Verdadeiro.
E a alma ela vazia também,
sempre vazia,
que falsa é quando cheia é!
E ela, tão linda...
serena-te...
Ela esteve tão longe e regressa!
Regressa!!!
Para te afagar, para te confortar...
Porque choras,
porque estás triste,
porque estás desorientado,
porque estás alucinado,
porque estás consumido,
porque estás sem a verdade!!!
Porra! God damn! Merda!!!
(E sou livre porque digo isto...
e franzo o sobrolho)
É a segunda vida do Poeta Digital,
do que todos acham maluco,
com "c" e não com "k", se bem que...
do "k" a malta sabe que ele gosta,
é de curtir o som
sempre com a verdade...
Mas o que é Verdade?
(A malta diz que isto não é poesia
nem é nada...
fuck it, eu escrevo como me dá na telha)
A Verdade não é mais do que a tua Sabedoria interior,
escreve isto!!!
Mas escreve bem no teu coração.
Podes demorar a descobri-la,
e quando a descobrires pode não ser
logo de uma vez...
O teclador-mor destes devaneios
levou 31 anos e um porradão de segundos
para a começar a descobrir...
Mas agora que te descobri, minha Fada
minha Fada chamada Verdade...
Eu vou querer-te até ao fim
dos meus dias!
Já peno... e vi-te!
Falso alarme... é apenas o meu PC...
Mas eu sei que por aí andas...
e te amo... por aí cirandas
Verdade...
Over and out.
(Ricardo Lopes, 2010)
Tão perto e tão longe
Tão clara e tão obscura
Tão divina e tão infame
Tão cristalina e tão opaca...
Ela foge
Tu persegues
Eu não a vejo
Mas sinto-a...
E quase que a consigo tocar!
Mas ela é casmurra... não se subjuga
Não cai nos teus braços
E num pranto desmedido
faz que tenhas pena dela!
A Verdade... tão verdadeira...
É tão falsa!
E de que maneira...
A mais sobranceira!
Escritos lunáticos, quase celestiais
Teclado, teclas soam,
Neste quarto semi-escuro
Onde um ecrã de computador
Preenche o meu vazio
Verdadeiro.
E a alma ela vazia também,
sempre vazia,
que falsa é quando cheia é!
E ela, tão linda...
serena-te...
Ela esteve tão longe e regressa!
Regressa!!!
Para te afagar, para te confortar...
Porque choras,
porque estás triste,
porque estás desorientado,
porque estás alucinado,
porque estás consumido,
porque estás sem a verdade!!!
Porra! God damn! Merda!!!
(E sou livre porque digo isto...
e franzo o sobrolho)
É a segunda vida do Poeta Digital,
do que todos acham maluco,
com "c" e não com "k", se bem que...
do "k" a malta sabe que ele gosta,
é de curtir o som
sempre com a verdade...
Mas o que é Verdade?
(A malta diz que isto não é poesia
nem é nada...
fuck it, eu escrevo como me dá na telha)
A Verdade não é mais do que a tua Sabedoria interior,
escreve isto!!!
Mas escreve bem no teu coração.
Podes demorar a descobri-la,
e quando a descobrires pode não ser
logo de uma vez...
O teclador-mor destes devaneios
levou 31 anos e um porradão de segundos
para a começar a descobrir...
Mas agora que te descobri, minha Fada
minha Fada chamada Verdade...
Eu vou querer-te até ao fim
dos meus dias!
Já peno... e vi-te!
Falso alarme... é apenas o meu PC...
Mas eu sei que por aí andas...
e te amo... por aí cirandas
Verdade...
Over and out.
(Ricardo Lopes, 2010)
De regresso!
Pois é meus queridos e minhas queridas... o meu Blog está de volta!
Esteve inactivo durante quase um ano. De outras formas tenho exprimido a necessidade criativa que em mim existe.
Em grande parte no meu Facebook.
Por falar em Facebook, trata-se de uma Rede Social que marcou este meu último ano. Quer pelas amizades que criei, quer por outras que reencontrei, quer sempre pela polémica criada por algumas coisas que por lá tenho escrito.
Enfim...
Mas uma coisa é certa. A criatividade, a inspiração, nunca têm dia e hora marcados!
Escreverei quando me der na gana.
Colocarei aqui os meus pensamentos decadentes sempre que me aprouver, sempre que para tal me der a travadinha... eheheh
Adoro toda a gente. Adoro o Mundo.
Adoro viver, ainda não me cansei, mal grado todas as sacanices que esta me tem feito... mas apesar de tudo, despite all, a coisa tem corrido mais ou menos!
Até muitoooo breve...
Num Blog perto de si. Neste!
Namasté
Esteve inactivo durante quase um ano. De outras formas tenho exprimido a necessidade criativa que em mim existe.
Em grande parte no meu Facebook.
Por falar em Facebook, trata-se de uma Rede Social que marcou este meu último ano. Quer pelas amizades que criei, quer por outras que reencontrei, quer sempre pela polémica criada por algumas coisas que por lá tenho escrito.
Enfim...
Mas uma coisa é certa. A criatividade, a inspiração, nunca têm dia e hora marcados!
Escreverei quando me der na gana.
Colocarei aqui os meus pensamentos decadentes sempre que me aprouver, sempre que para tal me der a travadinha... eheheh
Adoro toda a gente. Adoro o Mundo.
Adoro viver, ainda não me cansei, mal grado todas as sacanices que esta me tem feito... mas apesar de tudo, despite all, a coisa tem corrido mais ou menos!
Até muitoooo breve...
Num Blog perto de si. Neste!
Namasté
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