Deus do Amor
Tu!
Magnânimo, omnipresente,
e que tão inconsciente
por vezes me deixas
Tão inebriado fico
quando te encontro
e quando não reencontro
a bela e intranquila serenidade...
Deus do Amor
Eu proclamo
e chamo
pela tua presença
Tão afastado tens andado
Tão longe... mas ferozmente tão perto,
tão perto mesmo
que me fulminas...
again, again and again!
Why...
Levas-me à loucura,
ao desespero,
à psicose,
à esquizofrenia,
ao bipolarismo,
e a um certo egoísmo!!!
Porque quero o Amor todo,
só mesmo para mim...
e sem fim...
(É inconsequente escrever sobre Amor? Não penso...
mais uma vez à semi-luz, e à frente de um computador,
eu largo estes pensamentos mundanos e profanos,
tão obnóxios...
vou mas é continuar)
E sem fim sim,
E sem te ter... Ou terei-te?
E não sei?
Porque estiveste longe?
Porque não apareceste antes?
Ou porque apareceste e me feriste?
Ou porque me feriste por teres aparecido?
E agora voltaste... és real ou uma ilusão?
Que sem perdão,
E tal como um sermão
me apregoas
até ao fundo, à profundidade menos profunda
da minha existência
qual ciência
me ensinas a acreditar
a amar!
Deus do Amor... por isso eu recorro a ti
Vejo que a tua criação me bate à porta
e eu relutante estou
Mas se vou...
se vou abrir a porta
Sei que será de vez
que me invadirá,
Que serei invadido!
Por tão belo, puro e nobre sentimento...
Sem tormento talvez... mas com algum
sofrimento...
Quero lá saber porra!!!
Venha ele!
E a ti recorro na minha prece,
na minha oração
nada religiosa,
mas que espero proveitosa.
O ser humano precisa de amar,
sem amar não vive
e nada é
E nada será
E nada compreenderá
E nada viverá.
Vem até mim Amor.
Acaba com esta dor...
Por favor!
Deus do Amor, listen to me...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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