Sou um Poeta Digital.
Outros no passado, como Camões, Camilo, Eça ou Pessoa
eram poetas no papel.
Pegavam na caneta e escreviam.
Eu sou de outro tempo.
Sou do Século XXI, mas também sou Poeta.
Não pego na caneta
mas no meu teclado voo.
Eles eram geniais, eram seres superiores
ficaram para a História
eu sou pequenino, insignificante
ninguém vai querer saber de mim.
Antes Poesia era algo de muito belo,
com rimas, estrofes e afins.
Não quero saber de nada disso,
escrevo o que me dá na gana.
E ninguém tem nada a ver com isso!
Se rima ou não, estou-me nas tintas.
Escrever é liberdade
Escrever e catarse
Escrever é paixão.
Seja no papel como antigamente
Ou no teclado, como agora.
O Poeta sempre buscou inspiração
para a sua escrita.
A natureza, a solidão, a paz,
ou até o Ópio como um deles fez.
Eu cá antes quero ouvir Tribal House,
aliás escrevo isto a ouvir grandes malhas.
Música é liberdade,
faz-me atingir um estado superior.
Todo o Poeta é lunático,
e eu também o sou.
Tristes são os que não o são,
assim é bela a minha vida.
Há-de este texto talvez ser lido...
por uma meia dúzia de gatos pingados.
Mas quem ler verá quem o escreve
verá o homem livre que o escreve.
Sou quem sou.
Sou chocante, sou incómodo, sou doido
é o que vocês pensam.
Mas sou eu mesmo
O Poeta Digital.
(Ricardo Lopes, 05/2009)
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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o nome do post ta nice. e o post tambem
ResponderEliminarcontinua a escrever dude.
que eu la vou lendo quando posso.
que e' sempre LOL.
fica biene.